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segunda-feira, 5 de março de 2018

AS PRIMEIRAS HISTÓRIAS: A PRÉ-HISTÓRIA


Introdução

O período que vai desde o surgimento dos seres humanos ao aparecimento da escrita é denominado como a Pré-história (3.500 a.C.). Nesse período o homem se adaptou as limitações impostas pela natureza baseando seu modo de vida em atividades relativamente “simplórias” como a caça e a pesca e para isso, surgiu à necessidade de desenvolver instrumentos/objetos que facilitassem essa atividade.
O termo Pré-história surgiu no século XIX por referir-se ao momento anterior a escrita, pois o homem não realizava registros escritos e para muitos, isso era considerado a única fonte segura de se retratar, por exemplo, o cotidiano humano. O processo de construção da história humana na Terra se aperfeiçoou quando os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme ( caracteres semelhantes a símbolos gravados em placas de argila) na região da Mesopotâmia.

A pré-história foi dividida em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.


Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

Neste período, surgiu os primeiros ancestrais da humanidade e habitava cavernas, muitas vezes com outros animais selvagens. É comum encontrarmos cenas do cotidiano retratadas nas paredes das cavernas chamadas de pinturas rupestres.. O Piauí possui um dos maiores acervos de arte rupestre das Américas localizadas nos parques da Serra da Capivara e Sete Cidades.

Os povos pré-históricos eram nômades, pois ainda não havia sido desenvolvida a agricultura e quando acabava a disponibilidade de alimentos na região em que estavam, eles migravam em busca de novas áreas.
A caça e a pesca, além da coleta de frutos foram as principais atividades deste período aperfeiçoadas graças a fabricação de ferramentas feitas a partir de pedaços de ossos e pedras.  

Neolítico ou idade da Pedra polida

No Neolítico podemos notar o aprimoramento dos instrumentos que passaram a ser também de metais, como, lanças, ferramentas e machados, assim como no desenvolvimento da agricultura o que culminou com a diminuição de sua dependência com relação à natureza.

Além disso, destaca-se o domínio do fogo,que possibilitou o ser humano espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso.

Idade dos Metais

Por volta de 6 000 a.C. os seres humanos adquiriram habilidade para manipular os metais que tempos mais tarde foram utilizados na fabricação de armas como espadas, lanças e outros objetos. Foi nessa fase que surgiram grandes aglomerações como no Egito e na Mesopotâmia.

foto: REPRODUÇÃO















Evolução do Homem na Pré-história (principais espécies)

AustralopithecusPithecanthropus erectus, Homem de Neandertal, Homem de Cro-Magnon, Homo soloensisHomo denisovaHomo rudolfensisHomo ergasterHomo Sapiens.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CONSULTADAS
PILETTI, CLAUDINO. História e vida integrada, São Paulo – Ática 2002.
http://www.sohistoria.com.br/ef2/periodos/p2.php

POSTADO POR RONALDO OLIVEIRA
GRADUADO EM GEOGRAFIA
FUNDADOR DO BLOG OBSERVATÓRIO HISTÓRICO GEOGRÁFICO, LEITOR ASSÍDUO DE LIVROS DE FICÇÃO E FANTASIA, FÃ DE SÉRIES E FILMES DE SUSPENSE, TERROR E COMÉDIA, CURTI ROCK CLÁSSICO, POP ROCK ETC. APAIXONADO POR HISTÓRIA E GEOGRÁFIA.

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FONTES DE ENERGIA

As fontes de energia modernas que alimentam desde as grandes indústrias multinacionais até as lâmpadas da sua casa são classificadas de duas formas: as fontes renováveis como a energia solar, a força dos ventos, da água etc. e as energias não renováveis que um dia se esgotarão como o petróleo – que vem a ser a fonte mais consumida atualmente – o gás natural, o carvão vegetal entre outras.
Tudo Construção

Diante da pressão exercida por organizações em defesa do meio ambiente, ou por meio de acordos globais entre nações, boa parte dos países está procurando diversificar sua fonte energética. Países como o Brasil cujo território apresenta dimensões continentais apresentam uma maior disponibilidade de fontes renováveis por possuir rios caudalosos propícios a construção de hidrelétricas e um extenso litoral, onde podem ser implantados diversos parques eólicos.
Não é necessário frisar nosso potencial energético para energia solar, mas nem todos os países apresentam essas características e acabam por adotar fontes energéticas bastante poluidoras como as termelétricas – que utiliza o vapor de água produzido por uma caldeira, que é aquecida pela queima do carvão, do gás natural ou de derivados do petróleo – ou utilizam as tão perigosas Usinas nucleares.
Vários acidentes já ocorreram com a utilização dessa matriz energética, a exemplo do desastre de Chernobyl, na Ucrânia em 1986 e recentemente em Fukushima no Japão. O risco nesse tipo de fonte está na possibilidade de vazamento radioativo que pode condenar o meio ambiente e a saúde humana.
Além das fontes já citadas destacamos: Biomassa que utiliza o rejeito de origem animal ou vegetal para gerar energia; o biodiesel que utiliza o óleo de alguns vegetais como a soja para transformar em combustíveis para motores; diferente dessas, o petróleo é sem sombras de duvidas a fonte de energia mais utilizada. Seus derivados estão presentes em muitos produtos do nosso cotidiano como no plástico, na borracha na gasolina, no asfalto das rodovias entre outros.

Diante do exposto podemos concluir que nosso mundo moderno depende muito das matrizes energéticas, e que para evitar a intensificação dos impactos ambientais devemos economizar energia, pois, enquanto mais consumimos, mais se é retirado da natureza.

Fontes consultadas
MMA - Ministério do Meio ambiente

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

SEMIÁRIDO - NOVA DELIMITAÇÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SUDENE

A área delimitada como semiarido brasileiro foi ampliada por meio da nova Resolução nº 107/2017, publicada pelo Ministério da Integração, e por intermédio do Conselho Deliberativo da Sudene, em 27 de julho de 2017, que estabeleceu novos critérios técnicos e científicos para nova delimitação, assim como procedimentos para revisão de sua abrangência.
O semiarido brasileiro conta agora com uma área total de 1.189 municípios, tendo sido acrescentados mais 54, oriundos dos estados do Piauí (36), Ceará (15) e Bahia (3).
Conforme o Art.2º da nova Resolução os seguintes critérios técnicos e científicos delimitam o Semiárido brasileiro:
I – Precipitação pluviométrica média anual igual ou inferior a 800 mm;
II – Índice de Aridez de Thorntwaite igual ou inferior a 0,50;
III – Percentual diário de déficit hídrico igual ou superior a 60%, considerando todos os dias do ano.


Fonte: Portal Brasil
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

NOVO VOLUME DA REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA

O INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) lançou na última quinta-feira 31 o primeiro número do volume 62 da Revista Brasileira de Geografia (RBG). A nova edição foi elaborada por pesquisadores do departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade de Lisboa. Podemos adiantar aos leitores que a revista traz uma entrevista sobre o geoprocessamento no Brasil e a resenha de uma obra clássica do século XIX.  Além disso, o novo volume traz três artigos que remontam a importância das representações gráficas, analisam uma recente pesquisa sobre a fronteira agrícola amazônica e discutem os impactos da modernidade sobre o pensamento geográfico contemporâneo.
 A RBG foi criada pelo Instituto em 1939 e lançou edições regularmente até o ano 2006 e, após um período de interrupção de dez anos, ela retornou no ano passado com formato digital e periodicidade semestral. Para os interessados em apresentar seus trabalhos nas próximas edições acessem o site da revista para submissão dos artigos.


Fonte:CNAE
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

A ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS

Olá, observadores! Hoje iremos conhecer um pouco da origem de uma das festividades regionais mais tradicionais do Brasil que se enraizou principalmente no Nordeste brasileiro. As festas juninas são caracterizadas pela diversidade de comidas a base de milho; pela explosão multicor dos fogos de artifício, assim como pela beleza das quadrilhas juninas.
Num período em que as temperaturas estão relativamente baixas e as chuvas já pintaram de verde a paisagem da região, os nordestinos dedicam essas festividades do mês de junho a Santo Antônio (dia 13), São João ( dia 24)  e São Pedro (dia 29) acendendo fogueiras¹ em sua homenagem. No entanto, muito dessa tradição vem passando por um processo de renovação que ainda não sabemos, até que ponto ela resistirá.


Mas, afinal... Qual a origem das festas juninas?
Para respondermos a esta pergunta temos que voltar no tempo, até antes do surgimento do próprio cristianismo. Acredita-se que tudo tenha começado com a comemoração do solstício de verão no hemisfério norte em celebrações pagãs. Acredito que vocês já devam ter ouvido o termo “festa da colheita”, pois bem, muitos desses povos pediam a suas divindades uma boa colheita ou se estendiam a rituais de fertilidade no mês de junho.
Com a expansão do cristianismo, muito desses rituais/celebrações foram absorvidos e (re) significados pela igreja e com a colonização de novas terras pelos europeus, essas tradições foram incorporadas nas colônias como fora o caso do Brasil. Aqui, elas ganharam elementos que ajudaram a moldá-la como a conhecemos hoje.

A tradição das quadrilhas juninas
Embora as quadrilhas juninas possua um caráter interiorano, foi na iluminada Paris (no século XVIII) que ela surgiu. Na França ela tinha um caráter aristocrático dançada nos salões pela elite. Quando finalmente chegou ao Brasil ela caiu no gosto popular e se transformou no que conhecemos hoje repleta de simbolismos que retrata o estilo “caipira” de vida.
As maiores festas juninas do Brasil
Quando se trata de festa junina, o interior dos estados nordestinos realizam as maiores e talvez as mais “badaladas” festas de todas. Conhecidas em todo o Brasil, as festas juninas de Campina Grande – PB e Caruaru – PE disputam o titulo de maior São João do mundo. São 30 dias de festas que atraem turistas de todo o país que, além de dançar forró no parque do povo em CG - PB e pátio do forró em PE, visitam feiras de artesanatos em madeira, couro, estopa entre outros. Em Campina Grande, os turistas tem a oportunidade de embarcar no trem do forró numa viagem de duas horas dançando forró até um distrito do município entre outras atrações.
E vocês? Já foram a uma festa junina? O que acharam? Deixe um comentário J

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¹AS FOGUEIRAS - tradição que quase não existe nas áreas urbanas em decorrência da fiscalização do corte ilegal de árvores, como também pelo receio da violência)

PESQUISA E FINALIZAÇÃO TEXTUAL
RONALDO OLIVEIRA – GRADUADO EM GEOGRAFIA
   
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

ASPECTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS DA AMÉRICA PLATINA

Olá observadores, hoje iremos conhecer os aspectos gerais da América Platina. Se você é estudante do Ensino Fundamental e ainda não conhece este termo, estamos nos referindo a área correspondente ao território da Argentina, Uruguai e Paraguai. A relação existente entre essas nações estão enraizadas desde o período da colonização Espanhola na região do Rio da Prata.

Em vermelho Argentina - Amarelo Uruguai e verde Paraguai.

Um olhar histórico...
Quando os Espanhóis iniciaram o processo de ocupação do continente Americano, eles acreditavam que era possível encontrar metais preciosos, como a prata, no entanto, na área territorial da América Platina isso não se confirmou o que manteve por muito tempo esta região da América do Sul pouco explorada.
Nessa mesma região foi fundada pelo reino da Espanha o Vice- Reino do Rio da Prata, assim como feito em outras áreas do continente Americano. Sua criação se deu principalmente para manter a posse ou o domínio Espanhol daquela região que despertara o interesse de outras potencias como por exemplo: o Reino de Portugal que já atuava na costa leste da América do Sul, além das investidas da Grã Bretanha. Este foi o mais curto Vice Reino criado pela coroa Espanhola na América.
Um olhar geográfico...
Planícies, planaltos e cadeias de montanhas. São as principais formas de relevo encontradas na América Platina. As planícies se estendem desde o Chaco no Paraguai passando por todo o território Uruguaio e parte da Argentina. Na Argentina encontramos as exuberantes paisagens da Patagônia,assim como, o ponto mais alto do continente americano, o Pico Aconcágua, com 6.959 metros de altitude. Nessa extensão territorial (América Platina) predomina os climas tropical, subtropical, semiárido, Desértico, Frio de montanha e no extremo sul da Argentina o clima temperado.
Os principais rios que compõe a rede hidrográfica da Bacia Platina (4.500 km extensão) são: Rio Paraná, o Paraguai e o Uruguai que dão origem ao Rio da Prata. A economia gira em torno da pecuária, da extração vegetal e de alguns polos industriais.
Curiosidades ...
Entre os inúmeros conflitos que existiram no continente americano, o que mais ganhou destaque nas terras sul-americanas, foi a Guerra do Paraguai em 1864 que colocou de um lado o Brasil, o Uruguai e a Argentina, formando a tríplice Aliança, enquanto que do outro estava o Paraguai. O conflito foi motivado pela ambição de um governo ditatorial paraguaio que almeja ampliar seu território anexando parte do então estado do Mato Grosso e do Rio Grande do Sul, além de províncias Argentinas. O conflito só teve fim na batalha naval do Riachuelo e na luta em Uruguaiana.

Isso é tudo pessoal! Espero que tenham curtido um pouco de nossa “observação” de hoje. Continuem os estudos através de seu livro didático caso queira se aprofundar no assunto. Dúvidas, sugestões ou se quiser enviar fotografias para nossa galeria “Expedições geográficas” é só enviar um e-mail para o endereço no painel do blog ou uma mensagem no Facebook. Até a próxima!!!  

Pesquisa e finalização textual por Ronaldo Oliveira
Graduado em Geografia



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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

AMÉRICA ESPANHOLA E PORTUGUESA

LEITURA RÁPIDA
Portugal e Espanha dividiram a América entre si a partir do Tratado de Tordesilhas, que separava a América Portuguesa da América Espanhola. No entanto, o processo de colonização realizado por portugueses e espanhóis se diferenciou. Portugal investiu em um projeto mais espontâneo, ligado à produção agrícola, principalmente nos primeiros anos de colonização. Enquanto que a Espanha, por encontrar metais precocemente na América, investiu em um projeto minerador e de expansão e organização de cidades.

Além disso, o estilo dos traçados das cidades da América Espanhola era diferente das erguidas na América portuguesa.

Tratado de Tordesilhas - FONTE:Educa Já
Principais características da América Espanhola

  • ·         O principal intuito dos colonizadores espanhóis foi a mineração;
  • ·       Com a queda da atividade mineradora, a pecuária e a agricultura, passaram a ser as atividades básicas da América Espanhola;
  • ·       Na América espanhola os povos nativos eram escravizados  e forçados ao trabalho temporário nas minas, pelo qual recebiam um salário miserável.
  • ·       Os indígenas eram a maior população presente nessa parte do continente. Já a  população negra escrava, era pequena, e, foi usada como mão de obra, principalmente nas Antilhas.


Principais características da América Portuguesa

  • ·         Várias expedições de natureza exploratórias foram enviadas pelos portuguesas ao litoral brasileiro.
  • ·         A principal atividade econômica foi o extrativismo vegetal (Pau - Brasil) em 1501, o Rei de Portugal, deu a Fernão de Noronha ( que estava associado a comerciantes judeus) a primeira concessão para a exploração do Pau - Brasil;
  • ·         Criação de feitorias: postos de armazenamento de madeiras que seriam embarcadas para Portugal;
  • ·         Primeiros contatos com os habitantes da terra (ameríndios) e o início de um comércio a base de ttrocas (escambo);
  • ·         Presença de contrabandistas, principalmente franceses, no litoral brasileiro.

 A América Portuguesa, teve sua extensão territorial invadida diversas vezes por outros povos que até mesmo chegaram a fundar cidades como São Luiz do Maranhão fundada por Franceses e Recife pelos Holandeses.

Fontes Consultadas:

CYBERHISTÓRIA
HISTÓRIA DO BRASIL - LIVRO DIDÁTICO


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