Siga o observatório nas redes socias!!!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FONTES DE ENERGIA

As fontes de energia modernas que alimentam desde as grandes indústrias multinacionais até as lâmpadas da sua casa são classificadas de duas formas: as fontes renováveis como a energia solar, a força dos ventos, da água etc. e as energias não renováveis que um dia se esgotarão como o petróleo – que vem a ser a fonte mais consumida atualmente – o gás natural, o carvão vegetal entre outras.
Tudo Construção

Diante da pressão exercida por organizações em defesa do meio ambiente, ou por meio de acordos globais entre nações, boa parte dos países está procurando diversificar sua fonte energética. Países como o Brasil cujo território apresenta dimensões continentais apresentam uma maior disponibilidade de fontes renováveis por possuir rios caudalosos propícios a construção de hidrelétricas e um extenso litoral, onde podem ser implantados diversos parques eólicos.
Não é necessário frisar nosso potencial energético para energia solar, mas nem todos os países apresentam essas características e acabam por adotar fontes energéticas bastante poluidoras como as termelétricas – que utiliza o vapor de água produzido por uma caldeira, que é aquecida pela queima do carvão, do gás natural ou de derivados do petróleo – ou utilizam as tão perigosas Usinas nucleares.
Vários acidentes já ocorreram com a utilização dessa matriz energética, a exemplo do desastre de Chernobyl, na Ucrânia em 1986 e recentemente em Fukushima no Japão. O risco nesse tipo de fonte está na possibilidade de vazamento radioativo que pode condenar o meio ambiente e a saúde humana.
Além das fontes já citadas destacamos: Biomassa que utiliza o rejeito de origem animal ou vegetal para gerar energia; o biodiesel que utiliza o óleo de alguns vegetais como a soja para transformar em combustíveis para motores; diferente dessas, o petróleo é sem sombras de duvidas a fonte de energia mais utilizada. Seus derivados estão presentes em muitos produtos do nosso cotidiano como no plástico, na borracha na gasolina, no asfalto das rodovias entre outros.

Diante do exposto podemos concluir que nosso mundo moderno depende muito das matrizes energéticas, e que para evitar a intensificação dos impactos ambientais devemos economizar energia, pois, enquanto mais consumimos, mais se é retirado da natureza.

Fontes consultadas
MMA - Ministério do Meio ambiente

Leia Mais ►

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

SEMIÁRIDO - NOVA DELIMITAÇÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SUDENE

A área delimitada como semiarido brasileiro foi ampliada por meio da nova Resolução nº 107/2017, publicada pelo Ministério da Integração, e por intermédio do Conselho Deliberativo da Sudene, em 27 de julho de 2017, que estabeleceu novos critérios técnicos e científicos para nova delimitação, assim como procedimentos para revisão de sua abrangência.
O semiarido brasileiro conta agora com uma área total de 1.189 municípios, tendo sido acrescentados mais 54, oriundos dos estados do Piauí (36), Ceará (15) e Bahia (3).
Conforme o Art.2º da nova Resolução os seguintes critérios técnicos e científicos delimitam o Semiárido brasileiro:
I – Precipitação pluviométrica média anual igual ou inferior a 800 mm;
II – Índice de Aridez de Thorntwaite igual ou inferior a 0,50;
III – Percentual diário de déficit hídrico igual ou superior a 60%, considerando todos os dias do ano.


Fonte: Portal Brasil
Leia Mais ►

terça-feira, 5 de setembro de 2017

NOVO VOLUME DA REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA

O INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) lançou na última quinta-feira 31 o primeiro número do volume 62 da Revista Brasileira de Geografia (RBG). A nova edição foi elaborada por pesquisadores do departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade de Lisboa. Podemos adiantar aos leitores que a revista traz uma entrevista sobre o geoprocessamento no Brasil e a resenha de uma obra clássica do século XIX.  Além disso, o novo volume traz três artigos que remontam a importância das representações gráficas, analisam uma recente pesquisa sobre a fronteira agrícola amazônica e discutem os impactos da modernidade sobre o pensamento geográfico contemporâneo.
 A RBG foi criada pelo Instituto em 1939 e lançou edições regularmente até o ano 2006 e, após um período de interrupção de dez anos, ela retornou no ano passado com formato digital e periodicidade semestral. Para os interessados em apresentar seus trabalhos nas próximas edições acessem o site da revista para submissão dos artigos.


Fonte:CNAE
Leia Mais ►

quinta-feira, 15 de junho de 2017

A ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS

Olá, observadores! Hoje iremos conhecer um pouco da origem de uma das festividades regionais mais tradicionais do Brasil que se enraizou principalmente no Nordeste brasileiro. As festas juninas são caracterizadas pela diversidade de comidas a base de milho; pela explosão multicor dos fogos de artifício, assim como pela beleza das quadrilhas juninas.
Num período em que as temperaturas estão relativamente baixas e as chuvas já pintaram de verde a paisagem da região, os nordestinos dedicam essas festividades do mês de junho a Santo Antônio (dia 13), São João ( dia 24)  e São Pedro (dia 29) acendendo fogueiras¹ em sua homenagem. No entanto, muito dessa tradição vem passando por um processo de renovação que ainda não sabemos, até que ponto ela resistirá.


Mas, afinal... Qual a origem das festas juninas?
Para respondermos a esta pergunta temos que voltar no tempo, até antes do surgimento do próprio cristianismo. Acredita-se que tudo tenha começado com a comemoração do solstício de verão no hemisfério norte em celebrações pagãs. Acredito que vocês já devam ter ouvido o termo “festa da colheita”, pois bem, muitos desses povos pediam a suas divindades uma boa colheita ou se estendiam a rituais de fertilidade no mês de junho.
Com a expansão do cristianismo, muito desses rituais/celebrações foram absorvidos e (re) significados pela igreja e com a colonização de novas terras pelos europeus, essas tradições foram incorporadas nas colônias como fora o caso do Brasil. Aqui, elas ganharam elementos que ajudaram a moldá-la como a conhecemos hoje.

A tradição das quadrilhas juninas
Embora as quadrilhas juninas possua um caráter interiorano, foi na iluminada Paris (no século XVIII) que ela surgiu. Na França ela tinha um caráter aristocrático dançada nos salões pela elite. Quando finalmente chegou ao Brasil ela caiu no gosto popular e se transformou no que conhecemos hoje repleta de simbolismos que retrata o estilo “caipira” de vida.
As maiores festas juninas do Brasil
Quando se trata de festa junina, o interior dos estados nordestinos realizam as maiores e talvez as mais “badaladas” festas de todas. Conhecidas em todo o Brasil, as festas juninas de Campina Grande – PB e Caruaru – PE disputam o titulo de maior São João do mundo. São 30 dias de festas que atraem turistas de todo o país que, além de dançar forró no parque do povo em CG - PB e pátio do forró em PE, visitam feiras de artesanatos em madeira, couro, estopa entre outros. Em Campina Grande, os turistas tem a oportunidade de embarcar no trem do forró numa viagem de duas horas dançando forró até um distrito do município entre outras atrações.
E vocês? Já foram a uma festa junina? O que acharam? Deixe um comentário J

__________________________________
¹AS FOGUEIRAS - tradição que quase não existe nas áreas urbanas em decorrência da fiscalização do corte ilegal de árvores, como também pelo receio da violência)

PESQUISA E FINALIZAÇÃO TEXTUAL
RONALDO OLIVEIRA – GRADUADO EM GEOGRAFIA
   
Leia Mais ►

quarta-feira, 14 de junho de 2017

ASPECTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS DA AMÉRICA PLATINA

Olá observadores, hoje iremos conhecer os aspectos gerais da América Platina. Se você é estudante do Ensino Fundamental e ainda não conhece este termo, estamos nos referindo a área correspondente ao território da Argentina, Uruguai e Paraguai. A relação existente entre essas nações estão enraizadas desde o período da colonização Espanhola na região do Rio da Prata.

Em vermelho Argentina - Amarelo Uruguai e verde Paraguai.

Um olhar histórico...
Quando os Espanhóis iniciaram o processo de ocupação do continente Americano, eles acreditavam que era possível encontrar metais preciosos, como a prata, no entanto, na área territorial da América Platina isso não se confirmou o que manteve por muito tempo esta região da América do Sul pouco explorada.
Nessa mesma região foi fundada pelo reino da Espanha o Vice- Reino do Rio da Prata, assim como feito em outras áreas do continente Americano. Sua criação se deu principalmente para manter a posse ou o domínio Espanhol daquela região que despertara o interesse de outras potencias como por exemplo: o Reino de Portugal que já atuava na costa leste da América do Sul, além das investidas da Grã Bretanha. Este foi o mais curto Vice Reino criado pela coroa Espanhola na América.
Um olhar geográfico...
Planícies, planaltos e cadeias de montanhas. São as principais formas de relevo encontradas na América Platina. As planícies se estendem desde o Chaco no Paraguai passando por todo o território Uruguaio e parte da Argentina. Na Argentina encontramos as exuberantes paisagens da Patagônia,assim como, o ponto mais alto do continente americano, o Pico Aconcágua, com 6.959 metros de altitude. Nessa extensão territorial (América Platina) predomina os climas tropical, subtropical, semiárido, Desértico, Frio de montanha e no extremo sul da Argentina o clima temperado.
Os principais rios que compõe a rede hidrográfica da Bacia Platina (4.500 km extensão) são: Rio Paraná, o Paraguai e o Uruguai que dão origem ao Rio da Prata. A economia gira em torno da pecuária, da extração vegetal e de alguns polos industriais.
Curiosidades ...
Entre os inúmeros conflitos que existiram no continente americano, o que mais ganhou destaque nas terras sul-americanas, foi a Guerra do Paraguai em 1864 que colocou de um lado o Brasil, o Uruguai e a Argentina, formando a tríplice Aliança, enquanto que do outro estava o Paraguai. O conflito foi motivado pela ambição de um governo ditatorial paraguaio que almeja ampliar seu território anexando parte do então estado do Mato Grosso e do Rio Grande do Sul, além de províncias Argentinas. O conflito só teve fim na batalha naval do Riachuelo e na luta em Uruguaiana.

Isso é tudo pessoal! Espero que tenham curtido um pouco de nossa “observação” de hoje. Continuem os estudos através de seu livro didático caso queira se aprofundar no assunto. Dúvidas, sugestões ou se quiser enviar fotografias para nossa galeria “Expedições geográficas” é só enviar um e-mail para o endereço no painel do blog ou uma mensagem no Facebook. Até a próxima!!!  

Pesquisa e finalização textual por Ronaldo Oliveira
Graduado em Geografia



Leia Mais ►

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

AMÉRICA ESPANHOLA E PORTUGUESA

LEITURA RÁPIDA
Portugal e Espanha dividiram a América entre si a partir do Tratado de Tordesilhas, que separava a América Portuguesa da América Espanhola. No entanto, o processo de colonização realizado por portugueses e espanhóis se diferenciou. Portugal investiu em um projeto mais espontâneo, ligado à produção agrícola, principalmente nos primeiros anos de colonização. Enquanto que a Espanha, por encontrar metais precocemente na América, investiu em um projeto minerador e de expansão e organização de cidades.

Além disso, o estilo dos traçados das cidades da América Espanhola era diferente das erguidas na América portuguesa.

Tratado de Tordesilhas - FONTE:Educa Já
Principais características da América Espanhola

  • ·         O principal intuito dos colonizadores espanhóis foi a mineração;
  • ·       Com a queda da atividade mineradora, a pecuária e a agricultura, passaram a ser as atividades básicas da América Espanhola;
  • ·       Na América espanhola os povos nativos eram escravizados  e forçados ao trabalho temporário nas minas, pelo qual recebiam um salário miserável.
  • ·       Os indígenas eram a maior população presente nessa parte do continente. Já a  população negra escrava, era pequena, e, foi usada como mão de obra, principalmente nas Antilhas.


Principais características da América Portuguesa

  • ·         Várias expedições de natureza exploratórias foram enviadas pelos portuguesas ao litoral brasileiro.
  • ·         A principal atividade econômica foi o extrativismo vegetal (Pau - Brasil) em 1501, o Rei de Portugal, deu a Fernão de Noronha ( que estava associado a comerciantes judeus) a primeira concessão para a exploração do Pau - Brasil;
  • ·         Criação de feitorias: postos de armazenamento de madeiras que seriam embarcadas para Portugal;
  • ·         Primeiros contatos com os habitantes da terra (ameríndios) e o início de um comércio a base de ttrocas (escambo);
  • ·         Presença de contrabandistas, principalmente franceses, no litoral brasileiro.

 A América Portuguesa, teve sua extensão territorial invadida diversas vezes por outros povos que até mesmo chegaram a fundar cidades como São Luiz do Maranhão fundada por Franceses e Recife pelos Holandeses.

Fontes Consultadas:

CYBERHISTÓRIA
HISTÓRIA DO BRASIL - LIVRO DIDÁTICO


Leia Mais ►

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

COMO FAZER UMA WEBQUEST

Antes de iniciarmos a construção de uma webquest, devemos entender primeiramente seu contexto. A webquest é uma metodologia de pesquisa criada pelos professores Bernie Dodge e Tom March, na San Diego State University, Estados Unidos – em que "Web" significa rede e se refere a World Wide Web e "Quest" quer dizer pesquisa, exploração ou busca. (SENAC, 2005)
O objetivo é proporcionar aos alunos a possibilidade de aprender determinados conteúdos por meio da utilização de novas tecnologias. 
Para criar uma webquest deve-se seguir uma estrutura que pode ser estabelecida pelo próprio professor. No entanto, logo abaixo segue o modelo "padrão" utilizado como "caminhos a ser percorrido".



1 - INTRODUÇÃO - Na introdução deve-se apresentar de forma sucinta o tema a ser trabalhado, assim como uma breve explanação das atividades que serão trabalhadas. Lembre-se que essa etapa é muito importante por ter um caráter de instigar os alunos quanto a temática. Procure utilizar uma linguagem padrão e que desperte o interesse dos alunos.  
2 - TAREFA - A tarefa é o ponto crucial da webquest, pois nessa seção, serão planejadas as atividades a serem desempenhadas pelos alunos, contudo não se prenda a metodologias já utilizadas em sala de aula, inove dentro do possível e não esqueça de indicar as ferramentas (softwares/programas) entre outros. 
3 - PROCESSO - O processo se refere aos caminhos que os alunos deverão trilhar para executar as tarefas propostas pelo professor, assim como o papel de cada um na realização da atividade. ex. forme grupos; 
4 - FONTES DE INFORMAÇÃO - Aqui você irá elencar as fontes a serem utilizadas para subsidiar a tarefa. Procure sites oficiais que tratem do assunto abordado. 
5 - AVALIAÇÃO - Nessa parte você deve indicar as formas que utilizará para avaliar a participação dos alunos na execução da webquest. Seja claro!
6- CONCLUSÃO - Na conclusão deve constar os resultados obtidos com a tarefa e se os objetivos foram alcançados.
7 - CRÉDITOS - Como o próprio nome já diz. É onde deve constar as fontes de todos os materiais utilizados na realização da Webquest. Assim como, agradecimentos a quem de certa forma colaborou na execução da atividade.

Pronto! Siga esses passos e mãos a obra!

Postado por Ronaldo Oliveira
Referências
SENAC On line. . Acesso: 14 dezembro. 2016. 
Leia Mais ►